A verdade que muitos não falam: importar não é fácil.

São inúmeras variáveis na operação que podem fazer com que ela vá do sucesso ao fracasso. Quem não lida bem com incertezas pode se sentir ameaçado com o processo de importação.

Neste artigo, a Commex traz até você as principais dificuldades enfrentadas pelas empresas brasileiras na importação.

Se você já importou ou está pensando em importar, elucidamos neste artigo sobre:

  • Burocracia;
  • Alta tributação;
  • Infraestrutura;
  • Como reduzir os riscos na sua operação;
  • Como reduzir custos na sua importação de forma segura.

Burocracia

Se importar fosse só escolher o fornecedor e fechar o negócio, muitas empresas estariam comemorando lucros maiores.

No Brasil, a burocracia torna esse processo um verdadeiro teste de paciência e organização.

Mas atenção: a burocracia esconde um véu de outras deficiências no comércio exterior brasileiro. Uma tentativa de desburocratizar está acontecendo neste exato momento, com a DUIMP, mas mesmo assim, levará algum tempo até a adaptação de toda a cadeia.

Como um dos fatores da burocracia, podemos citar as inúmeras classificações fiscais e suas diferentes interpretações.

A classificação tarifária determina os impostos e exigências legais do produto.

Se você importar peças para eletrônicos e errar a NCM, a Receita Federal pode reclassificar a mercadoria, aplicar multas e, em alguns casos, reter a carga até a regularização.

Isso é mais comum do que parece, pois algumas descrições são ambíguas, e a legislação muda frequentemente.

Além da Receita Federal, há outros órgãos envolvidos na importação, como Anvisa, Ibama ou MAPA, dependendo do tipo de produto.

Uma empresa que importa cosméticos, por exemplo, pode ter sua carga liberada pela Receita, mas barrada pela Anvisa por falta de um documento específico.

O problema?

Os sistemas desses órgãos não se conectam, criando um ciclo interminável de vai e vem de e-mails e outras formas de correspondência.

Para resolver a burocracia, apostamos no planejamento, conhecimento e educação.

Ter um bom despachante aduaneiro, investir em sistemas de gestão que organizem documentos e acompanhar as atualizações legais são passos importantes.

Além disso, estar acompanhado e instruído por bons profissionais pode aumentar seu grau de consciência sobre todos esses problemas.

A Commex pode ajudar no planejamento de sua importação. Clique aqui e entre em contato.


Tributação

Se importar no Brasil pode ser complexo devido à burocracia, os impostos tornam o processo ainda mais desafiador.

Com alíquotas elevadas e um sistema tributário cheio de nuances, o custo dos produtos pode ficar até duas vezes maior.

Uma empresa decide importar eletrônicos para revenda. No desembaraço aduaneiro, além do Imposto de Importação, há o IPI, ICMS, PIS e COFINS. Cada imposto incide sobre o valor do produto, acrescido do frete e do seguro.

O resultado?

Um efeito cascata onde o custo final supera em muito o valor original do produto.

O ICMS varia de estado para estado. Imagine que você está importando tecidos para uma fábrica em São Paulo. O estado tem uma alíquota de ICMS mais alta que outros, como Santa Catarina.

Sem um planejamento tributário, você paga mais imposto só pela localização da sua empresa. Essa falta de uniformidade cria uma verdadeira guerra fiscal.

Para este problema, a Commex acredita no planejamento tributário como a palavra-chave. Através de benefícios fiscais e regimes especiais, é possível reduzir a alta carga tributária nacional e estadual.

Somos especialistas no benefício fiscal de ICMS no estado de Alagoas, que pode ser usufruído para cargas recebidas e desembaraçadas em todo o Brasil.

Para saber mais sobre esse assunto, entre em contato com a Commex.


Infraestrutura

A infraestrutura no Brasil é um dos grandes gargalos para importadores, e não faltam exemplos práticos de como isso impacta os negócios.

Desde portos sobrecarregados até rodovias precárias, os desafios logísticos aumentam custos e prazos, prejudicando a competitividade.

Imagine que você está importando peças automotivas para uma linha de produção. Seu contêiner chega ao porto de Santos, mas precisa esperar dias para ser carregado devido ao excesso de tráfego e falta de eficiência na operação.

Esse atraso gera custos adicionais, como armazenagem portuária e demurrage.

Após a liberação no porto, a carga precisa chegar ao destino final. No entanto, o transporte rodoviário, principal modal no Brasil, enfrenta estradas esburacadas e mal sinalizadas.

Por exemplo, um caminhão que sai do Porto de Paranaguá rumo a São Paulo pode sofrer atrasos, avarias na carga ou até acidentes, elevando o custo do transporte e comprometendo prazos.


Conclusão

Elucidamos três grandes desafios que o importador brasileiro enfrenta, mas também trouxemos algumas alternativas.

Com a burocracia, sabemos que o governo está trabalhando para reduzir ao máximo, melhorando a competitividade dos negócios no país no cenário internacional.

Com a infraestrutura, entendemos que o caminho é se cercar de boas empresas, reconhecidas no mercado, para minimizar os riscos.

Com a tributação, existem benefícios fiscais e regimes especiais que podem ser estudados e aplicados ao seu negócio. E é aqui que a Commex entra.

Somos especialistas no benefício fiscal de redução de ICMS utilizando precatórios no estado de Alagoas.

Poucos conhecem e ainda usufruem, mas a Lei 6.043 de 2003 permite que empresas desembolsem apenas 1,2% de ICMS nas suas operações.

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